Apesar da elevada resistência mecânica e à abrasão das barras cromadas, a preservação de suas propriedades depende diretamente de procedimentos controlados de transporte e armazenagem.
Empresas do segmento hidráulico utilizam amplamente esse produto em função de seu baixo coeficiente de atrito e da elevada dureza superficial.
Na Sulcromo, as camadas de cromo duro aplicadas variam de 0,025 mm a 0,040 mm, podendo atingir até 0,10 mm em projetos especiais.
Esse revestimento é obtido em linhas dedicadas, com retíficas centerless automatizadas e tanques de eletrodeposição específicos, assegurando uniformidade e aderência.


Para preservar essas características, é imprescindível que compradores e equipes técnicas adotem protocolos rigorosos desde o deslocamento até o armazenamento, prevenindo danos superficiais, oxidação e empenamento, fatores que comprometem diretamente a vida útil e o desempenho em operação.
Sem o devido controle, barras cromadas podem sofrer oxidação, empenamento ou danos por abrasão e impacto.
A exposição a partículas abrasivas ou agentes químicos acelera a corrosão e prejudica o acabamento superficial, impactando o desempenho em sistemas hidráulicos e pneumáticos.
Umidade excessiva pode provocar corrosão localizada (pitting), enquanto empilhamento inadequado gera deformações que inviabilizam a aplicação. A ausência de proteção superficial também expõe o cromo duro a microfissuras e contaminações que comprometem a camada protetiva.
Esses problemas elevam os custos operacionais por meio de retrabalhos, substituições prematuras e perdas de produtividade, além de aumentar o risco de falhas críticas no equipamento final.
A movimentação deve utilizar calços e amarrações que eliminem folgas e vibrações, evitando microchoques capazes de provocar fissuras na camada de cromo.


Recomenda-se a aplicação de filme plástico protetivo ou embalagens anticorrosivas (VCI), que criam barreiras contra umidade e contaminantes.


A temperatura no transporte não deve ultrapassar 40 °C, especialmente se as barras permanecerem no interior do veículo por mais de 24 h, para evitar corrosão eletrolítica. E uma boa identificação para facilitar o armazenamento.



Processos de carga e descarga devem ser executados com equipamentos de manuseio adequados e operadores treinados, prevenindo riscos de batidas, arranhões e queda de peças.

A observância dessas práticas garante deslizamento uniforme, vedação eficiente e maior confiabilidade nos sistemas onde as barras são aplicadas, reduzindo paradas não programadas e custos com manutenção corretiva.
Empresas que adotam protocolos de transporte e armazenamento controlados aumentam a vida útil do componente, otimizam a disponibilidade dos equipamentos e asseguram a consistência do desempenho em operações de alta precisão.
A atenção a esses detalhes diferencia fornecedores aptos a atender exigências técnicas rigorosas, elevando o padrão de qualidade na cadeia produtiva.
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